A insuflação dos airbags processa-se em milésimas de segundo e a alta velocidade, de modo a proporcionar uma proteção adicional, em caso de acidente. Quando o airbag é insuflado, pode soltar-se um pó fino. Isto é normal e não indicia o princípio de um incêndio no veículo.
O sistema de airbag só está pronto para funcionar com a ignição ativada.
Em casos especiais de acidentes podem ativar-se ao mesmo tempo vários airbags.
Em caso de colisões frontais e laterais ligeiras, colisões traseiras, capotamento ou viragem do veículo, os airbags não se ativam.
Fatores de ativação
Não se pode generalizar sobre as condições que provocam a ativação do sistema de airbag na cada situação. Existem alguns fatores que desempenham um papel importante, como por exemplo a propriedade do objeto com o qual o veículo choca (duro/macio), ângulo de impacto, velocidade do veículo, etc.
A trajetória de desaceleração é decisiva para a ativação dos airbags.
A unidade de controlo analisa a trajetória da colisão e ativa o respetivo sistema de retenção.
Se durante a colisão, a desaceleração do veículo originada e medida permanecer abaixo dos valores de referência predeterminados na unidade de controlo, os airbags não serão ativados mesmo que o veículo possa ficar gravemente deformado por causa do acidente.
Em caso de colisões frontais graves ativam-se os seguintes airbags
Em caso de colisões laterais graves ativam-se os seguintes airbags
No caso de um acidente com ativação do airbag:
Peugeot 207. Rebocar o seu veículo
No pára-choques dianteiro, puxar a
tampa para a libertar.
Enroscar o anel de reboque até ao
limite.
Instalar a barra de reboque.
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